Depois do show do Groove Armada
O show do Groove Armada me deixou em trapos no dia seguinte. Mas valeu a pena. Admito que não estava lá muito empolgado, mas superou todas as minhas expectativas. Em companhia de minha colega de trabalho Bia, nos divertimos muito - além de termos dançado até nossos ossos ficarem contorcidos.
Pareceu muito rápido, mas foi uma hora e meia de apresentação. O resto antes e o resto depois não nos interessou em nada. Nem sabíamos quem eram os DJs - também se soubéssemos, a falta de interesse continuaria.
A dupla inglesa e sua banda mandaram muito bem nas músicas que eu mais gostava, que eram as mais conhecidas. Mais conhecidas para eu e Bia, porque aparentemente ninguém mais as conhecia, exceto “My Friend” e “Superstylin’”. Não sei por que as pessoas gastam dinheiro (se gastam mesmo ou se ganham o ingresso, não pode ser possível) para ir a um show de um artista o qual elas só conhecem uma ou duas músicas. Ridículo.
Ridículo ou não, importa é que eu pulei feito uma vaca, gritei os refrões de “My Friend”, “At The River”, “I See You Baby” e “Easy” até ficar quase sem voz (e as pessoas olhando para mim como se eu fosse um lunático). “Inside My Mind (Blue Skies)” me arrepiou até o último fio de cabelo (é uma das minhas favoritas). Eles bem que podiam ter tocado “Think Twice…”, “Little By Little” ou “Hands Of Time”, mas eu não reclamo. Como eu disse, foi além do que tinha previsto.
Estava com um BlackBerry, então imaginem a qualidade das fotos. Vergonhoso, claro (se você comparar com as pessoas que estavam com um iTouch na mão, é bem vergonhoso). Enfim, para isso existem fotógrafos, sejam eles profissionais, semi-profissionais, amadores ou qualquer outra coisa. Se eles conseguem tirar fotos decentes, então não me preocupo com meus recursos limitados.
P.S. 1: acabei de ler que quem se apresentou antes do Groove Armada foram Mario Fischetti e The Twelves, respectivamente. Mudou minha vida. (e ainda bem que fomos embora assim que o show do GA acabou, pois não ia aguentar ouvir o barulho insuportável do Anderson Noise).
P.S. 2: feriado morto, cidade vazia. A preguiça tirou o meu ânimo do lugar. Só deu tempo de almoçar na casa de mamãe (bem tarde), dar uma volta na Paulista (estava frio, mas nem tanto), comprar um CD do Zero 7 (sim, ainda vale a pena comprar CD hoje em dia, mesmo tendo a discografia inteira em mp3), voltar para casa e ficar de camiseta-cueca-meia deitado no sofá, enrolado no cobertor e assistindo O Diabo Veste Prada
(na TV a cabo, porque eu não tinha condições de me levantar para alugar um filme).









“O resto antes e o resto depois não nos interessou em nada. Nem sabíamos quem eram os DJs - também se soubéssemos, a falta de interesse continuaria.”
patético… continue ouvindo musica de novela
Paguei o ingresso só para ver GA. O resto não me importava mesmo.
Só por que eu não conheço os DJs significa que eu deva ouvir só música de novela? Bem democrático você, sr. foda-se.
Ah me mata de inveja! Mas como assim não tocaram “think twice”? E tem alguém que faz os vocais femininos?
Tem sim, mas pelo jeito não quiseram que ela cantasse “Think Twice…”. (na boa, se não é a Neneh Cherry, não tem graça)